Skip to content

Latest commit

 

History

History
195 lines (137 loc) · 5.05 KB

USE_CASES.md

File metadata and controls

195 lines (137 loc) · 5.05 KB

Casos de Uso — debuga.ai

Visão Geral

Os casos abaixo descrevem formas de uso assistido. A plataforma não executa mudanças em ambientes reais sem capacidade habilitada, autorização e supervisão do operador.


1. Infraestrutura Linux

Contexto

Equipes precisam interpretar serviços, logs, permissões, rede, armazenamento e comportamento do sistema operacional.

Aplicações

  • organizar um checklist de diagnóstico;
  • analisar trechos de logs sanitizados;
  • revisar comandos antes da execução;
  • gerar scripts com validações e mensagens claras;
  • criar procedimento de atualização ou rollback;
  • transformar investigação em documentação reutilizável.

Exemplo

“Organize estas evidências de falha de serviço, separe hipótese, confirmação e ação segura, e gere um roteiro que não reinicie nada sem aprovação.”


2. Windows Server e Active Directory

  • interpretar eventos e sintomas;
  • estruturar diagnóstico de DNS, autenticação e políticas;
  • revisar scripts PowerShell;
  • montar inventário de serviços e dependências;
  • documentar alteração e plano de retorno;
  • criar comunicação para usuários e gestores.

O agente não substitui ferramentas administrativas e não deve receber credenciais.


3. Redes e Conectividade

Capacidades documentadas incluem DNS, SSL/TLS, HTTP, WHOIS e verificações autorizadas.

  • correlacionar DNS e certificado;
  • revisar headers HTTP;
  • explicar topologias e VLANs;
  • criar diagramas Mermaid;
  • comparar cenários de redundância;
  • organizar evidências de indisponibilidade.

Verificações só podem ser feitas em ativos próprios ou formalmente autorizados.


4. Segurança e Hardening

  • revisar configurações sanitizadas;
  • construir checklist de hardening;
  • organizar achados por risco e evidência;
  • preparar plano de ação;
  • documentar controles e responsabilidades;
  • interpretar logs sem expor dados pessoais.

O debuga.ai é uma camada de assistência, não um scanner certificado, SIEM ou serviço de pentest por si só.


5. DevOps e Automação

  • revisar Dockerfiles e pipelines fornecidos pelo usuário;
  • gerar scripts Bash, Python ou PowerShell;
  • incluir tratamento de erro e logs;
  • estruturar homologação antes de produção;
  • comparar mudanças e dependências;
  • criar runbooks e checklists.

Código gerado deve ser revisado e testado em ambiente controlado.


6. Monitoramento e Observabilidade

  • interpretar alertas de Zabbix;
  • organizar painéis e indicadores de Grafana;
  • revisar pipelines de logs para Graylog;
  • correlacionar sintomas de aplicação e infraestrutura;
  • gerar relatório mensal;
  • transformar incidente em problema e ação preventiva.

Integrações diretas com essas plataformas pertencem ao roadmap e ao escopo de cada implantação.


7. Provedores, MSPs e NOC/SOC

  • padronizar triagem entre clientes;
  • preservar contexto por conversa ou fonte;
  • oferecer identidade white label;
  • organizar documentação por ambiente;
  • registrar provider, modelo e consumo;
  • apoiar relatórios técnicos e executivos.

Para MSPs, isolamento, roles, retenção e multi-tenancy devem ser definidos conforme a arquitetura contratada.


8. Setor Público e Cartórios

  • estruturar inventário e evidências;
  • revisar políticas e procedimentos;
  • montar matriz de requisitos;
  • organizar plano de ação;
  • preparar textos técnicos para gestores;
  • manter implantação dedicada quando exigida.

A plataforma não emite parecer jurídico ou certificação normativa.


9. Telefonia IP e Telecom

  • organizar diagnóstico de SIP, NAT, codecs e rotas;
  • revisar logs de Asterisk/Issabel sanitizados;
  • documentar URA e ramais;
  • criar topologia de voz;
  • apoiar procedimentos de contingência.

10. Documentação Técnica

  • converter investigação em runbook;
  • gerar README e procedimentos;
  • criar checklist pré e pós-mudança;
  • montar diagramas de arquitetura;
  • resumir logs e decisões;
  • produzir comunicação adequada ao público técnico ou executivo.

11. Imagens, Diagramas e Documentos

Conforme provider e plano:

  • analisar screenshots de erro;
  • interpretar topologias;
  • gerar diagramas Mermaid;
  • extrair conteúdo de documentos suportados;
  • produzir assets visuais;
  • transcrever áudio técnico.

12. Suporte e Onboarding

  • responder dúvidas recorrentes com contexto da organização;
  • apresentar padrões internos;
  • orientar novos profissionais;
  • registrar decisões e exceções;
  • reduzir dependência de conhecimento informal.

Fluxo Recomendado

flowchart LR
    E[Evidência sanitizada]
    C[Contexto e objetivo]
    A[Análise assistida]
    V[Validação humana]
    H[Homologação]
    P[Produção]
    D[Documentação]

    E --> C --> A --> V --> H --> P --> D
Loading

Limites de Uso

  • não enviar segredos sem necessidade;
  • não testar terceiros sem autorização;
  • não executar scripts sem revisão;
  • não tratar resposta de IA como prova definitiva;
  • preservar logs originais fora do chat quando necessários;
  • manter backup e rollback antes de mudanças.