Os casos abaixo descrevem formas de uso assistido. A plataforma não executa mudanças em ambientes reais sem capacidade habilitada, autorização e supervisão do operador.
Equipes precisam interpretar serviços, logs, permissões, rede, armazenamento e comportamento do sistema operacional.
- organizar um checklist de diagnóstico;
- analisar trechos de logs sanitizados;
- revisar comandos antes da execução;
- gerar scripts com validações e mensagens claras;
- criar procedimento de atualização ou rollback;
- transformar investigação em documentação reutilizável.
“Organize estas evidências de falha de serviço, separe hipótese, confirmação e ação segura, e gere um roteiro que não reinicie nada sem aprovação.”
- interpretar eventos e sintomas;
- estruturar diagnóstico de DNS, autenticação e políticas;
- revisar scripts PowerShell;
- montar inventário de serviços e dependências;
- documentar alteração e plano de retorno;
- criar comunicação para usuários e gestores.
O agente não substitui ferramentas administrativas e não deve receber credenciais.
Capacidades documentadas incluem DNS, SSL/TLS, HTTP, WHOIS e verificações autorizadas.
- correlacionar DNS e certificado;
- revisar headers HTTP;
- explicar topologias e VLANs;
- criar diagramas Mermaid;
- comparar cenários de redundância;
- organizar evidências de indisponibilidade.
Verificações só podem ser feitas em ativos próprios ou formalmente autorizados.
- revisar configurações sanitizadas;
- construir checklist de hardening;
- organizar achados por risco e evidência;
- preparar plano de ação;
- documentar controles e responsabilidades;
- interpretar logs sem expor dados pessoais.
O debuga.ai é uma camada de assistência, não um scanner certificado, SIEM ou serviço de pentest por si só.
- revisar Dockerfiles e pipelines fornecidos pelo usuário;
- gerar scripts Bash, Python ou PowerShell;
- incluir tratamento de erro e logs;
- estruturar homologação antes de produção;
- comparar mudanças e dependências;
- criar runbooks e checklists.
Código gerado deve ser revisado e testado em ambiente controlado.
- interpretar alertas de Zabbix;
- organizar painéis e indicadores de Grafana;
- revisar pipelines de logs para Graylog;
- correlacionar sintomas de aplicação e infraestrutura;
- gerar relatório mensal;
- transformar incidente em problema e ação preventiva.
Integrações diretas com essas plataformas pertencem ao roadmap e ao escopo de cada implantação.
- padronizar triagem entre clientes;
- preservar contexto por conversa ou fonte;
- oferecer identidade white label;
- organizar documentação por ambiente;
- registrar provider, modelo e consumo;
- apoiar relatórios técnicos e executivos.
Para MSPs, isolamento, roles, retenção e multi-tenancy devem ser definidos conforme a arquitetura contratada.
- estruturar inventário e evidências;
- revisar políticas e procedimentos;
- montar matriz de requisitos;
- organizar plano de ação;
- preparar textos técnicos para gestores;
- manter implantação dedicada quando exigida.
A plataforma não emite parecer jurídico ou certificação normativa.
- organizar diagnóstico de SIP, NAT, codecs e rotas;
- revisar logs de Asterisk/Issabel sanitizados;
- documentar URA e ramais;
- criar topologia de voz;
- apoiar procedimentos de contingência.
- converter investigação em runbook;
- gerar README e procedimentos;
- criar checklist pré e pós-mudança;
- montar diagramas de arquitetura;
- resumir logs e decisões;
- produzir comunicação adequada ao público técnico ou executivo.
Conforme provider e plano:
- analisar screenshots de erro;
- interpretar topologias;
- gerar diagramas Mermaid;
- extrair conteúdo de documentos suportados;
- produzir assets visuais;
- transcrever áudio técnico.
- responder dúvidas recorrentes com contexto da organização;
- apresentar padrões internos;
- orientar novos profissionais;
- registrar decisões e exceções;
- reduzir dependência de conhecimento informal.
flowchart LR
E[Evidência sanitizada]
C[Contexto e objetivo]
A[Análise assistida]
V[Validação humana]
H[Homologação]
P[Produção]
D[Documentação]
E --> C --> A --> V --> H --> P --> D
- não enviar segredos sem necessidade;
- não testar terceiros sem autorização;
- não executar scripts sem revisão;
- não tratar resposta de IA como prova definitiva;
- preservar logs originais fora do chat quando necessários;
- manter backup e rollback antes de mudanças.