- Desenvolvedor sênior com mais de 30 anos de experiência em tecnologia, especialista em IBM i (AS/400) e linguagem RPG (ILE e Free).
- Em transição de carreira focando em se consolidar como Especialista IBM i / Integração / Java.
- Objetivo do Workspace: Estudo prático de modernização de sistemas, padrões de projetos modernos e APIs.
- Java 21 (LTS)
- Spring Boot 3
- APIs RESTful e persistência de dados modernos
- Banco de dados: SQLite (Local)
- Versionamento: Git
- Sempre utilizar o padrão MVC ou Clean Architecture para os códigos Java.
- O código gerado deve focar em alta performance, legibilidade e ciber-resiliência.
- Estruturar a lógica de persistência de forma desacoplada e limpa usando JPA.
- Nunca instale dependências ou novas bibliotecas sem solicitar permissão explícita.
- Evite gerar soluções legadas ou prolixas — dê preferência para as facilidades modernas do Spring Boot com Java 21 (como Records e estruturas limpas).
- Nunca exponha chaves de API ou credenciais diretamente nos arquivos do projeto.
- Sempre rodar a auditoria de segredos antes de commitar/enviar ao Git:
powershell -NoProfile -ExecutionPolicy Bypass -File scripts\audit-secrets.ps1 - Confirme que
.envestá no.gitignore(existe e não é rastreado). NUNCA commite.env. - Se uma chave foi exposta, informar o usuário que ela deve ser rotacionada no painel Supabase (Project Settings -> API -> Service Role -> Regenerate).
- Não imprimir/exibir valores de segredos no chat; apenas nomes de arquivo e linha.
- Chaves de API (ex.:
SUPABASE_SERVICE_ROLE) devem ser lidas somente via variável de ambiente /dotenv— nunca hardcoded no código, documentação ou scripts. .env.examplepode ser versionado, mas apenas com placeholders (ex.:SUPABASE_SERVICE_ROLE=coloque_a_chave_localmente).- O hook
pre-push(git config core.hooksPath .githooks) já executa a auditoria automaticamente; se falhar, o push é bloqueado.