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Minha trilha para a Certificação SC-900

Passei na certificação SC-900 com 950 pontos de 1000 e quero compartilhar meu passo a passo para quem quiser estudar. Levei uma semana para me preparar e aqui vai meu processo:

  1. Decidi fazer a prova em um centro de treinamento
    Fiz isso porque sabia que não conseguiria entregar a infra necessária para realizar a prova.

  2. Optei pela prova em português
    Mas me arrependi durante a prova, pois a tradução estava bem fraca. Felizmente, a Microsoft libera a opção de ver a pergunta em inglês, o que ajudou bastante.

  3. Questões
    A maioria eram de verdadeiro ou falso.

  4. Nota
    Tirei 950 de 1000.

  5. Minha etapa de estudo
    Consistiu em ler todo o conteúdo do Microsoft Learn SC-900. Por mais que no começo possa ficar confuso pra algumas pessoas, ele já ajuda a ter uma base legal (em 3 dias consumi todo o conteúdo – é bem chato de ler se vc for estudar em português, pois a tradução é fraca). Recomendo fortemente realizar as avaliações práticas do MS Learn.
    Dica Extra: Entenda e grave TODOS os conceitos em português e inglês. Um exemplo que quebra bastante é quando a Microsoft decidiu traduzir o CSPM (Cloud Security Posture Management) para GPSN (??????????). Traduzir a sigla kkkkkkk. Mas de boa

  6. Complemento dos estudos
    Assisti às aulas do professor Marcus Vinicius (link) e o Exam Cram (link) (inclusive para esse, tenho ele legendado em português caso alguem queira, pode chamar no Linkedin) para complementar os estudos.

  7. Prática intensiva
    Realizei MUITAS questões e, quando senti que estava preparado, fiz a prova. (No meu obsidian tem bastante questões)

    Com isso, em apenas 1 semana consegui passar (quase que com nota máxima) nesse certificação!


Segue abaixo minhas anotações digitalizadas:

1. Segurança e Conformidade

1.1 Modelo de Responsabilidade Compartilhada

Divisão de responsabilidades entre o provedor de nuvem (Microsoft) e o cliente:

  • SaaS – Software como Serviço:
    A organização gerencia os dados, identidades e acessos, enquanto o provedor cuida da infraestrutura, plataforma e aplicativos.
  • PaaS – Plataforma como Serviço:
    Os aplicativos ficam por conta do provedor de nuvem; o restante é responsabilidade da organização, como desenvolver e manter o código, os dados e a lógica do aplicativo..
  • IaaS – Infraestrutura como Serviço:
    Toda a infraestrutura (parte física, rede, etc.) é responsabilidade do provedor de nuvem.
  • Local:
    Tudo, desde os dados até os servidores, é de responsabilidade da organização.

1.2 Defesa em Profundidade

Defesas implementadas em camadas para aumentar o nível de segurança da organização.
Exemplos:

  • Ativar multifator
  • Não deixar os NSGs muito abertos

1.3 Criptografia e Hash

Criptografia:
Método de "embaralhar" dados para que fiquem ilegíveis a quem não tem autorização.

  • Tipos:
    • Criptografia Simétrica:
      Usa a mesma chave para criptografar e descriptografar.
    • Criptografia Assimétrica:
      Utiliza um par de chaves (pública e privada).
      • Exemplo: Na organização Contoso IT, ao enviar um e-mail para a Fabrikan, você criptografa com a chave pública da Fabrikan; apenas eles podem descriptografar, pois possuem a chave privada.
      • Você não possui a chave privada deles, apenas a pública (usada para criptografar).
      • Ambos os lados possuem suas chaves públicas.

Aplicações dos tipos de criptografia:

  • Em repouso: Banco de dados, file servers
  • Em uso: Memória RAM
  • Em trânsito: HTTPs

Hash:
Utiliza um cálculo (ex.: MD5, SHA256) para gerar um código de tamanho fixo, garantindo a integridade dos dados e o armazenamento seguro de senhas.

  • Exemplo:
    • Para a senha pass123:
      • Em MD5 gera: 32250170a0dca92d53ec9624f336ca24
      • Alterando para Pass123 (com "P" maiúsculo) gera: 2f23fa3579f3f75175793649115c1b25
  • Bancos de dados usam hash para não armazenar senhas em texto plano, comparando a hash enviada pelo usuário com a armazenada.
  • As hashes devem ser irreversíveis, mas ataques (ex.: Dicionário ou Tabela Arco Iris) podem ocorrer.
  • Salt:
    Técnica que adiciona caracteres ou números (antes ou depois da senha) para dificultar a quebra da hash.

Assinatura Digital:
Algoritmo matemático (assimétrico) usado para validar a autenticidade e integridade de uma mensagem.

1.4 GRC – Governança, Risco e Conformidade

  • Governança:
    Gestão e ciclo dos dados.
  • Risco:
    Probabilidade de algo estar vulnerável ou sob ameaça.
  • Conformidade:
    Processo de aderir a padrões ou regulamentos.

2. Identidade

2.1 Evolução do Acesso

  • Antigamente, para acessar uma organização era necessário estar fisicamente na rede (cabo, switch, VPN).
  • Atualmente, com o Home Office e a migração da rede para a nuvem, o acesso é feito com base na identidade, que se tornou o perímetro principal de segurança.
  • Modelo Zero Trust:
    • "Não confie em ninguém, desconfie de tudo"
    • Verificação explícita a todo momento
    • Pressuposição de violação ("Estou sendo invadido!")
    • Princípio do Least Privilege (privilégio mínimo)

2.2 Autenticação x Autorização

  • Autenticação (AuthN):
    Processo de confirmar que a pessoa é quem diz ser. ("Quem é você?")
  • Autorização (AuthZ):
    Define até onde a pessoa pode ir ou quais recursos pode acessar, após ser autenticada.

2.3 Provedor de Identidade (idP)

  • Sistema que entrega e gerencia identidades de usuários, dispositivos e aplicativos.
  • Deve estar ligado à autenticação moderna, possuir SSO e gestão de identidades.
  • SSO:
    Com apenas um login, o usuário acessa vários aplicativos e recursos permitidos.
  • Exemplo: Microsoft Entra ID.

2.4 Active Directory

  • Serviço de diretório (AD DS) configurado em um Domain Controller.
  • Gerencia identidades, mas não possui permissão nativa para aparelhos móveis, aplicações SaaS e LOB.

2.5 Federação

  • Permite que usuários de outras organizações acessem recursos da sua organização (e vice-versa) por meio de uma relação de confiança.

3. Entra ID – Funções e Identidades

3.1 Entra ID

  • IdP da Microsoft baseado em nuvem.
  • Tipos de Dispositivos:
    • Dispositivos Registrados (Registered):
      Modelo BYOD ("Traga seu aparelho"); são dispositivos pessoais.
      Pode-se usar MAM para gerenciar apenas os aplicativos da empresa.
    • Dispositivos Ingressados (Joined):
      Dispositivos exclusivos e gerenciados pela empresa; utilizam MDM para gerenciar tudo.
    • Entra Ingressados Hibridamente (Hybrid Joined):
      Aparelhos que estão ingressados no Entra e também no AD DS on-premises.

3.2 Identidades Externas

  • B2B – Business-to-Business:
    Colaboração entre empresas.
  • B2C – Business-to-Customer:
    Voltado para o produto final, conectando clientes ao ambiente da empresa.
  • Tipos de Identidade:
    • Internal Member
    • Internal Guest
    • External Member
    • External Guest
  • Os tipos de identidades abrangem usuários, aplicativos e dispositivos; para usuários, os tipos (userType) são apenas Guest ou Member.

4. Métodos de Autenticação

  • Password:
    Considerado fraco.
  • Password + SMS ou Voice:
    Nível médio (mas SMS possui vulnerabilidades e é desconsiderado).
  • Password + Authenticator App / Software OATH / Tokens OTP:
    Maior segurança.
  • Passwordless (FIDO2, biometria via Windows Hello). -> Melhor

5. Identidade Híbrida

hybrid

  • A sincronização entre o AD Local e o Entra é feita pelo Entra Connect Sync ou Entra Cloud Sync.
  • Tipos de Sincronização:
    • Sincronização de Hash:
      • O Entra ID sincroniza automaticamente com o AD Local.
      • Os usuários autenticam diretamente no Entra, sem a necessidade de consultar o AD Local, mesmo se este cair.
      • Em alguns regulamentos, essa sincronização de hash não é recomendada.
    • Passthru-Authentication:
      • A autenticação se comunica com o AD Local para validar a hash informada pelo usuário no Entra ID.

6. Windows Hello for Business

  • Windows Hello for Business:
    Meio de autenticação para dispositivos gerenciados (joined), utilizando chaves de acesso e certificados.
  • Windows Hello:
    Utiliza PIN e biometria, voltado para dispositivos pessoais e/ou registrados na empresa.

7. Entra ID SSPR

  • Entra ID SSPR:
    Feature do Entra ID que permite aos usuários resetarem suas senhas sem precisar abrir chamado com a TI.
  • Funcionalidades:
    • Trocar a senha caso o usuário a conheça e queira alterá-la.
    • Resetar a senha quando esquecida.
    • Desbloquear a conta em caso de bloqueio.
    • Observação: Não ativa contas desativadas.

8. Riscos e Proteção de Identidade

User e Sign-in Risks

  • User Risk:
    "A conta tá OK, mas o uso está estranho."
    Credenciais Vazadas
    Login de um dispositivo diferente
  • Sign-in Risk:
    "Essas tentativas falhas estão estranho"
    Viagem atípica
    IP malicioso

Proteções de Identidade

  • ID Protection
  • Entra ID Protection:
    Trabalha junto às Conditional Access
    • Detected: Categoriza o risco em: baixo, médio e alto (entre sign-in risk e user risk)
    • Investigate: Investigação de riscos.
    • Remediate: Remédios auto ou manual.
    • Export: Exportar para análise futura.

Autenticação e Controle de Acesso

  • Password Protection (Central > Métodos de autenticação > Password Protection):
    • Impede ataque de pulverização
    • Lista de senhas fracas (Global e Custom)
    • Smart Lockout: Bloqueia conta com risco.
  • Acesso Condicional (Central > Acesso Condicional):
    (If/Then) Se, então faça.
    Ex: Se você está autenticando de fora da empresa (IP público desconhecido), faça uma prova que é você: MFA.
    Ex: Se houver acesso fora do Brasil, quero que bloqueie.
  • RBAC (Role-Based Access Control):
    Menor privilégio que o usuário tem que ter – acesso baseado em função.
    Just enough.
  • Identity Governance (Governança):
    • Ciclo de vida da identidade: Contratado, 1º Cargo, 2º Cargo, demissão/aposentadoria.
    • Access Reviews: Exemplo – pessoa na equipe sem acesso por 90 dias; deve continuar?
      Garante que apenas quem deve acessar, acesse e resolve problemas de acesso excessivo.
  • PIM (Privileged Identity Management):
    Garante que X usuário só terá X acesso por um tempo específico, permitindo remover quando quiser ou sob aprovação.
    Tudo isso é auditável.

9. Proteção de Rede e Infraestrutura

Defesa de Tráfego e Ameaças Externas

  • DDoS Protection:
    Analisa o tráfego e é adaptável, bloqueando acesso suspeito.
    Vnet já tem proteção por padrão sem precisar ativar (Básico/Licença).
    Na versão Standard há muitas outras proteções de DDoS.
  • Azure Firewall:
    Apenas um firewall básico, mas robusto e escalável, com DNAT, SNAT, alta disponibilidade e logs detalhados..
    DNAT e SNAT: Diversos IP públicos.
    É escalável (numa caixa Fortigate 60F – se a empresa crescer, vai precisar de um 80 ou 200F) o Firewall do Azure você nao se preocupa com isso, ele se ajusta automaticamente no Azure.
    Além de ser HA.
  • WAF (Web Application Firewall):
    Protege App Web de ações suspeitas e vulnerabilidades.

Segmentação e Controle da Rede

  • Network Segmentation (VNET):
    Impedir a comunicação de rede X para Y.
    Acesso para rua precisa ser segmentado.
  • NSGs (Network Security Groups):
    Funciona como um pseudo firewall, aplicado à interface de rede ou subnet.
    Ex.: Quero um site e quero que ele vá para a rua (V'm com IIS); para isso, criamos uma regra no NSG.
  • Azure Bastion:
    Permite acesso seguro a VMs via SSH e RDP por VNET.
    A plataforma recebe a VM para que você acesse via IP público (SSH e RDP via navegador), sem que as VMs precisem ter IP público.
  • Azure Key Vault:
    Recurso para armazenar senhas, certificados e credenciais.
    Exemplo: Tenho uma aplicação que se conecta no banco de dados; para acessar as credenciais, usamos o Key Vault com uma referência de conexão (URL) – o dev não saberá a senha.
    Via RBAC, não damos permissão para acesso direto.

10. Gestão e Conformidade de Recursos

Controle e Configuração dos Recursos no Azure

  • Azure Resource Locks:
    Implementa bloqueios para evitar que recursos sejam alterados ou deletados.
    Ao configurar o pai, os filhos herdam:
    • Read Only: Restringe modificações.
    • CanNotDelete: Impede exclusão acidental.
      Pode ser automatizado.
      (Aplicável a VMs, contas de armazenamento, bancos de dados, VNet, etc.)
  • Azure Blueprints:
    Uma “caixinha” onde são adicionados itens de configuração para deploys – um modelo pronto que reúne:
    • Resource Group
    • Policy
    • RBAC
    • ARM Template
      Exemplo: Se o Alberto precisa de um servidor com especificações XYZA (sql, mariaDBX, apache), crio um blueprint; sempre que necessário, pego na “caixinha” e o ambiente fica pronto (não modifica recurso / não adiciona CPU, RAM – destinado apenas para Grupos DEV, por exemplo.).
  • Azure Policy (Não faz deploy):
    Semelhante a GPO, para adicionar TAGs aos recursos.
    • Remediation: Ação que corrige automaticamente (quando disponível).
    • Evaluation: Verifica se os recursos estão em conformidade com a policy.

11. Soluções de Segurança e Monitoramento

Proteção e Gestão de Postura de Segurança

  • Defender for Cloud:
    Protege ambientes multinuvem (GCP, AWS) e é um CNAPP.
    Possui modo gratuito e, em CSPM (postura de segurança), dá dicas como:
    "Pô cara, tá sem MFA aí!", "VM sem patch de segurança", "Regra NSG muito aberta".
    • Modo pago (CSPM Plan) pode cobrar por núcleo/mês.
      Complementa com CWPP (proteção de banco SQL, Storage, Key Vault) e DevSecOps (proteção a nível de código – PAGO).
      Também conta com o Microsoft Cloud Security Benchmark para garantir conformidade (ISO, MS...).
  • SIEM e SOAR (Microsoft Sentinel):
    Coleta e correlaciona logs (SIEM) e, com base nisso, automatiza respostas (SOAR).
    Ciclo: Coleção, detecção, investigação, resposta, automação (dados de toda a nuvem), com uso de IA, playbooks (automatização) e workbooks (painéis analíticos).
  • Security Copilot:
    Analisa o ambiente e direciona a ação conforme o prompt.
  • Suite 365 (Microsoft 365 Defender):
    Conjunto que inclui:
    • MS Defender for Office 365 (protege email, apps 365, links, anexos, OneDrive – com Service EOP em modos P1 e P2, Email Auth, Teams, SharePoint, simulação de ataques, safe links/attachments)
    • MS Defender for Endpoint
    • MS Defender for Cloud Apps
    • MS Defender for Identity
    • MS Defender Vuln Management
    • MS Defender Threat Intelligence

12. Ferramentas de Proteção de Endpoints e Identidade

Defesa nos Endpoints e na Detecção de Ameaças

  • Microsoft Defender for Endpoint:
    Por padrão, máquinas Windows já vêm com firewall e Defender antivírus, mas sem painel centralizado.
    Protege Windows, IOS, Android e Linux com um cliente.
    • ASR (Surface Reduction): "Amigo, porque você tá com porta que permite execução do PSExec?"
    • Next Gen Protection: Atua além de um simples antivírus.
  • Microsoft Defender for Cloud App:
    • Atua como CASB (CIS e NIST estão em conformidade para achar Shadow IT).
    • Analisa tráfego de apps para detectar o que o usuário faz “nas sombras” (ex: bloqueia Dropbox – web ou app – se for para transferir arquivos).
  • Microsoft Defender for Identity:
    • Traz para o ambiente local o que o Entra ID Protection faz na nuvem, usando sensor (MDI) no AD DS ou AD FS para identificar riscos.
  • Vulnerability Management:
    • “Essa máquina tá vulnerável” – verifica vulnerabilidades (em IOS, Windows, Linux) e orienta a correção com um passo-a-passo.
  • Defender TI (Threat Intelligence):
    Especialistas analisam vulnerabilidades; Microsoft envia para o Defender for TI em primeira mão (busca em fóruns e até na Deep Web – CVE, 0-day).
  • Defender Portal:
    Consolida todas as funcionalidades de proteção e monitoramento.
  • Admin Center:
    Exibe métricas como Secure Score (365), Compliance Manager Score, Azure Score, além de alertar para senhas fracas.

13. Consolidação de Portais de Segurança

Portal do Microsoft Defender

  • Conjunto de tudo que se pode fazer com o Defender:
    Incidentes/alertas (Sentinel), busca, ações, Threat Intelligence, classificação de segurança, hub de aprendizado, email/colaboração, ativos (endpoints) e apps de nuvem (CASB).
  • Acesso via: security.microsoft.com

Portal de Confiança (STP)

  • Site público com relatórios de auditoria e conformidade dos serviços da Nuvem Microsoft.
  • Biblioteca com certificações, relatórios, whitepapers, artefatos e recursos setoriais.
  • Exibe os 6 princípios de privacidade.

Microsoft Priva Fam

  • Melhora a visibilidade dos dados do ambiente.
  • Trata de solicitações de direito (“Quero Excluir meus Dados da minha organização”), dados confidenciais sem proteção e riscos de privacidade (ex.: arquivos não rotulados).

Microsoft Defender XDR

  • Conjunto de ferramentas de segurança integradas:
    X – extendida, D – detecção, R – resposta.

14. Ferramentas de Colaboração e Endpoint (Office 365)

Microsoft for Office 365

  • Defesa para ferramentas de colaboração.
  • Protege ameaças por e-mail (malware, phishing, anti-spam).
  • Abrange EOP (Exchange Online Protection – modos P1 e P2), Teams, SharePoint, OneDrive e simulações/investigações de ataques.

Microsoft Defender for Endpoint (Reforço)

  • Plataforma para proteger endpoints (PCs, Notebooks, VMs).
  • Pilares:
    1. Gestão de Ameaças e Vulnerabilidade
    2. Redução da Superfície de Ataque (USB, porta aberta, ASR)
    3. Proteção Next-Gen: Não é só antivírus (use code with caution)
    4. XDR
    5. Investigação e correção automatizada
  • Suportado por uma equipe global (mais de 3000 especialistas) e uma biblioteca de Threat Intelligence.

15. Microsoft Sentinel e Copilot Security

Microsoft Sentinel

  • SIEM: Coleta e correlação de logs (mapa).
  • SOAR: Automatiza a resposta baseada no SIEM.
  • Ciclo: Coleção, detecção, investigação, resposta e automação (em toda a nuvem), com uso de IA.
  • Inclui playbooks (automatização) e workbooks (painéis analíticos).

Copilot (Security)

  • “For Security” – Gerencia a proteção de segurança, resposta a incidentes e correlação.
  • Proporciona análise em escala e orienta sobre o que fazer por meio de prompts (Copilot sec).

16. Compliance, Governança e Proteção de Dados

Portal da Conformidade

  • Reúne ferramentas para medir a conformidade:
    Ambiente com ações, linhas base e políticas de alerta – quantos quiser.

Privacy Score

  • Mede o quão seguro é o ambiente e o progresso na implantação de controles.

Microsoft Purview

  • Conhece e analisa os dados atuais, protege com rótulos e evita perdas.
  • Classificação dos dados:
    • Tipos de informações confidenciais, classificações treináveis, explorer de conteúdo e atividade.
    • Rótulos de confidencialidade (personalizável, marcação de texto, persistente, alguns grupos, confidencial, pessoas restritas).
    • Rótulo de retenção: Reter por X anos, depois excluir.

17. Gerenciamento de Registros e Risco Interno

Gerenciamento de Registros

  • Define quem pode excluir (ex.: não e-mails) para cumprir as normas.
  • Registro normativo: NÃO PODE EXCLUIR.
  • Exemplo: Uma caixa de e-mail compartilhada – se usada de manhã e à noite, cria-se um registro para não excluir.

Governança no Purview

  • No ambiente local (AD): produtores, consumidores, responsáveis pelos dados.
  • Na nuvem: patrimônio, políticas e catálogo de dados, compartilhamento.

MAPA DE DADOS

  • Mapeia e classifica os dados; funciona como catálogo para localização.

Políticas

  • Define compartilhamento de dados com outras organizações e os controles.

Gerenciamento de Risco Interno (IRM)

  • Ferramenta do Purview que monitora vazamentos, violações de confidencialidade e roubos.
  • Aplica ações (Conditional Access) – ex.: se Fulano, descobre que será demitido e com raiva, exclui arquivos importantes de um SharePoint, o IRM dispara e bloqueia o usuário (responder).

18. eDiscovery e Auditoria

Content Explorer

  • Identifica quais itens foram classificados (tire um snap).

Activity Explorer

  • Mostra o que está sendo feito com os arquivos classificados.

eDiscovery (Content Search)

  • "Quero investigar o cara" – abre-se o caso de auditoria.
    • Procura por emails e informações; os dados são jogados no eDiscovery.
    • Os acusadores impedem que se apaguem os dados.
    • Necessário para manter a cadeia de custódia (não modificação).
    • Inclui eDiscovery Premium (guardião/custódia, auditoria, registros de ações, logs e pesquisas por atividade – por padrão 90 dias, via Cmdlet, GUI ou API).
    • Auditoria Premium: Tudo, com tempo customizado e API inteligente.

19. Outros Recursos e Controles Adicionais

Sensitive Information Types

  • Explora a atividade para mostrar informações ocorrendo.
  • A política identifica informações por meio do Content Explore e Sensitive Label.

Information Barriers

  • Exemplo: Helpdesk com o CEO – impede que determinados grupos ou usuários conversem.
  • Impede que o X chame o Y (ex.: SharePoint/Teams – “não se fale”).

Customer Lockbox

  • Exemplo: Ao abrir um chamado, você não quer que os dados sejam vistos.
  • Nesse cenário, informa-se em conformidade o que será feito – sem impedir que o engenheiro atue no seu ambiente.

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Toda minha trajetória para passar quase com pontuação MÁXIMA na SC-900

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